ConverGente
Saulo Bueno fala sobre desenvolvimento pessoal e assuntos do cotidiano
Será que estamos usando o tempo a nosso favor?
Será que estamos usando o tempo a nosso favor?
Time is money, todo mundo já ouviu ou falou alguma vez essa famosa expressão, que, na tradução literal, significa: Tempo é dinheiro. Usar essa frase como resposta se tornou algo normal nos dias de hoje, marcados por importantes avanços tecnológicos que têm gerado grandes mudanças na cultura e no comportamento das pessoas. Em algumas cidades, como Nova York, por exemplo, é culturalmente inconcebível desperdiçar tempo. Na cidade que nunca dorme e de ritmo frenético as tarefas precisam ser cronologicamente cumpridas. Não se costuma perder tempo, pois o contrário indica dinheiro indo para o ralo sem nenhuma possibilidade de retorno. Mas será que estamos usando o tempo a nosso favor, otimizando até mesmo nossas horas livres? 
O Brasil é um dos países que passa mais tempo online através dos smartphones. Todos os dias vivemos uma overdose de conexão, sempre à espera de um tempo livre para dar aquela olhadinha no celular atrás de alguma notificação. E se não estamos conectados em nossas redes sociais, estamos vendo algum vídeo engraçado ou de música para matar a hora. Se você não viu nenhum problema nisso, cuidado! Nosso cérebro é condicionado ao vício sem que percebamos. Você já parou para pensar na quantidade de vezes que olha o celular diariamente? Segundo dados do relatório “2018 Global Digital", da "We Are Social” e da “Hootsuite”, os brasileiros desbloqueiam seus aparelhos, em média, 78 vezes ao dia. Só esse número já dá medo, não é mesmo? E se estivéssemos gastando todo esse tempo em atividades que realmente agregassem mais valor às nossas vidas?
Ler um livro, se inscrever num curso de culinária ou artes, estudar uma língua estrangeira, marcar um encontro com os amigos. Estes são apenas alguns exemplos de uma infinidade de ocupações que realmente nos farão aproveitar as horas livres. Isso não significa abandonar os celulares, mas dosar nosso nível de dependência. É uma questão de se autopoliciar e, acima de tudo, de desenvolvimento pessoal. O excesso de tempo perdido nas redes sociais tem nos causado atrofia intelectual. Precisamos recuperar o tempo perdido, otimizando as horas livres com passatempos que coloquem nosso cérebro para funcionar. Assim, veremos o tempo passar menos depressa, já que os dias têm parecido correr sem freio. No final, talvez a culpa dessa sensação esteja em nós mesmos: será que somos milhões de pessoas em modo automático? Será que estamos usando o tempo a nosso favor?  
SIGA O SAULO NAS REDES SOCIAIS: Facebook | Instagram
 
 

 

comentários Comentário
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
  • Ainda não há nenhum comentário para o Artigo. Seja o primeiro!

Todos os direitos reservados © Jornal O ECO 2020 - oeco@jornaloeco.com.br - telefone central: (14) 3269-3311

desenvolvido por Natus Tecnologia