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Casas na Baccili são alagadas duas vezes em 48 horas
No domingo, água atingiu os 30 centímetros; alagamento da noite de terça ultrapassou 1,5 metro
Casas na Baccili são alagadas duas vezes em 48 horas
FUTURO INCERTO - Famílias temem que casas ao lado de córrego seja condenada peal Defesa Civil
Na segunda-feira, dia 11, a reportagem do Jornal O ECO já havia estado na Rua André Baccili, na Vila Baccili, onde três casas construídas em um mesmo terreno ao lado do Córrego Corvo Branco foram alagadas na noite do domingo, depois que a passagem da água sob a ponte ficou obstruída por entulho, madeira e vegetação.
Apesar dos danos materiais, a situação já havia se normalizada, porém, antes mesmo da edição de quarta-feira, que trazia o fato como manchete, chegar às bancas, o local foi novamente tomado pela água, em proporções muito maiores, devido ao grande volume de chuva registrado até terça.
O funcionário público Paulo Sérgio Silva, de 43 anos, mora em uma das casas com a esposa, quatro filhas, um genro e duas netas, a mais nova com apenas um ano e dois meses de vida. Ele conta que no domingo, a água, que chegou a 30 centímetros, causou estragos, mas nada comparado ao que ocorreu na terça, quando o nível ultrapassou 1,5 metro.
“Perdemos quase tudo. Tiramos colchões, camas, fogão, geladeira, máquina de lavar e algumas roupas, mas a água já estava dentro da casa e tudo já estava molhado. Não deu tempo de fazer nada”, relata.
Abrigado com a família no Ginásio do Csec, Paulo se mostra preocupado com o futuro incerto. O imóvel é da família, mas, de acordo com a Prefeitura, está construído em local irregular, na Área de Proteção Permanente (APP), e provavelmente, devido às circunstâncias, deve ser condenado pela Defesa Civil.
“Nem sei o que vai ser. Se não pudermos voltar, não temos para onde ir. Não temos condições de pagar um aluguel. Se eu fizer isso meus filhos vão passar fome. O que nos falaram é que a Prefeitura nos ajudaria pagando um aluguel durante três meses, mas depois disso como fica?”, indaga.
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