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Areiópolis rejeita redução do salário de vereadores
Vereador petista propôs a redução, seus colegas empataram e o presidente rejeitou o projeto
 Areiópolis rejeita redução do salário de vereadores
POLÊMICA – Vereadores rejeitaram projeto que reduziria salário dos próximos vereadores - (Foto: Arquivo/OECO)
A Câmara Municipal de Areiópolis rejeitou na terça-feira (23) o projeto de autoria do vereador e primeiro-secretário da mesa, Benedito Gilmar dos Santos (PT), que propunha a redução dos salários dos vereadores que serão eleitos em 2 de outubro e tomarão posse no começo de 2017, em relação ao que ganham os atuais. A proposta é que o subsídio do presidente da Câmara, hoje fixado em R$ 5.242,31 fosse rebaixado para R$ 1.500 e o dos vereadores dos atuais R$ 3.494,86 para R$ 1.000. Mas, a votação no plenário empatou em 4 a 4 e o presidente, vereador Pedro dos Santos (PMDB), desempatou através do voto de minerva, rejeitando a proposta.
O autor do projeto disse que sua iniciativa tem o propósito de “repelir e/ou moralizar a função de ocupantes de cargos eletivos citados, não recaindo os representantes na “busca de dinheiro fácil”, e que “os cargos sejam ocupados por cidadãos que desejam realmente contribuir com a melhoria e a mudança para melhor do município de Areiópolis”. Justificou também que, “em nosso município é plenamente possível que os ocupantes de cargos eletivos citados continuem em seus empregos, negócios, empresas e outros trabalhos profissionais, contando com remunerações destes”. 
A proposta contou com os votos favoráveis dos vereadores Carlos Alberto Leite (PV), José Luis de Rosa (PRB), Walderlei Pelissoli (PSDB) e do autor. Votaram contra José Eduardo Bitu (PSDB), Lucas Eduardo Fiel Benedito (PSB), Agnaldo Aparecido de Araújo (PR), Francisco José Saraiva (PTB) e o presidente Pedro dos Santos (PMDB).
Pedro dos Santos disse a O ECO que decidiu contrário à proposta por entender que ela apenas prejudicaria os próximos vereadores e nada representaria na economia do município. “Um salário de R$ 1.000,00 é insuficiente para o vereador, que dedica o seu tempo e empenho à comunidade e é responsável, entre outras coisas, pelo desenvolvimento do município; nós poderíamos estar com os salários fixados em R$ 6 mil (30% do que ganha o deputado estadual), mas não o fazemos em razão da crise e em respeito à comunidade, mas não podemos também estabelecer um ganho que não seja suficiente para o vereador cumprir com suas obrigações” – disse.
Segundo o presidente, as tratativas entre os atuais vereadores apontam para a manutenção dos atuais salários para os vereadores, o prefeito e o vice-prefeito que serão eleitos a 2 de outubro próximo. A Câmara, segundo a legislação vigente, tem a obrigação de fixar os subsídios dos agentes públicos antes da realização das eleições para evitar favorecimentos ou retaliações.
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