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Saúde nega caso de zika vírus em Lençóis
Até o momento foram registrados 3 casos de dengue importados na cidade; 12 suspeitos ainda aguardam resultado
A Prefeitura de Lençóis Paulista, por meio da Diretoria de Saúde, divulgou nota à imprensa informando que até o momento o município não registrou nenhum casos suspeito de zíka vírus, doença que assim como a dengue e a chikungunya também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O boato surgiu nas redes sociais junto com uma foto retirada da internet que mostra os sintomas da rubéola.
Desde o início do ano, dos casos suspeitos de dengue, apenas três tiveram resultado positivo (todos de pacientes que contraíram a doença em outro município). Até o momento a Diretoria de Saúde notificou 28 casos suspeitos de dengue, sendo 13 resultados negativos e 12 aguardam resultado.
As notificações seguem rigorosamente o protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde. Não existe tratamento para dengue, zika e chikungunya. A recomendação dos médicos nesse caso é hidratação e repouso para alívio dos sintomas.
Toda vez que a Vigilância Epidemiológica recebe uma notificação, imediatamente é feito o bloqueio casa a casa, que consiste em visita dos agentes comunitários de saúde em busca de focos do mosquito, nos imóveis próximos à residência dos pacientes (200 metros de raio). Em caso de diagnóstico positivo, é feita a nebulização da área para exterminar mosquitos adultos que possam estar contaminados e assim conter o avanço da doença.
NOTIFICAÇÃO POR ZIKA
A notificação do zika vírus passou a ser compulsória, conforme portaria do Ministério da Saúde. Isso quer dizer que todos os serviços de saúde são obrigados a informar todos os casos suspeitos.
O zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também e vetor da dengue e da chikungunya. Essas três doenças também têm sintomas muito parecidos. Em 80% dos casos, a zika é assintomática.
Das notificações registradas em Lençóis Paulista, nenhuma atendeu requisitos suficientes para ser tratado como suspeita de zika vírus. Os últimos pacientes que viajaram e apresentaram os sintomas estiveram no Mato Grosso do Sul, onde não havia nenhum suspeito de zika até o dia 30 de janeiro. Os dados são da base do Sinam (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), do Ministério da Saúde, e foi passado à equipe da Vigilância Epidemiológica durante treinamento promovido pela Diretoria Regional de Saúde.
“Sempre que temos notificações ou casos positivos, divulgamos. Essa é a nossa postura. A população precisa saber para fazer a prevenção. Temos casos aguardando a confirmação para dengue. Até o momento não temos nenhum caso de zika e nenhum suspeito”, reforça o diretor de Saúde, Márcio Caneppele Santarém.
Vale ressaltar ainda que, para diagnóstico do zika vírus, é necessário realizar a coleta de sangue até o terceiro dia do aparecimento dos sintomas. O vírus só pode ser identificado por meio um exame específico, realizado apenas pelo Instituto Adolfo Lutz. As amostras para dengue devem ser colhidas após o sétimo dia do aparecimento dos sintomas. Não há orientação para diagnóstico clínico da zika, ou seja, apenas por meio da avaliação do médico, a não ser que o município já possua casos confirmados por meio de exame.
Para melhor avaliação dos pacientes, a Diretoria de Saúde promoveu um treinamento dos profissionais da rede de Atenção Básica e Especialidades (médicos e enfermeiras) com o infectologista Marcelo Ranzani. A palestra aconteceu no dia 17 de fevereiro. (com assessoria de imprensa).
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