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Análises na água não detectaram contaminação, diz Sabesp
Mais de 500 pacientes deram entrada no Pronto Socorro no final de semana com sintomas parecidos: diarreia e vômitos
Análises na água não detectaram contaminação, diz Sabesp
Análises feitas por laboratórios não indicaram alteração na qualidade da água fornecida pela Sabesp
Mais de 500 pacientes deram entrada no Pronto Atendimento em Agudos neste final de semana - entre sexta-feira e domingo. Em ambos os casos, os pacientes apresentavam sintomas como vômito e diarreia constante e eram moradores da Zona Leste da cidade, com maior incidência nos bairros Parque Pampulha, Vienense e Jardim Europa. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, 70% dos pacientes eram crianças.
A secretaria informou que o atendimento aos pacientes foi feito de maneira normal durante o final de semana, e que a prefeitura abriu a farmácia do posto de saúde Moussa Tobias - que fica próximo ao PS -, para fornecer a medicação necessária aos pacientes.
"No final de semana nós trabalhamos durante a madrugada com quatro plantonistas no Pronto Socorro, que atenderam todos estes casos e receitaram hidratação com soro aos pacientes. Muitos deles, retiraram o medicamento na farmácia do Moussa Tobias, que ficou aberta até às 23h, e foram para suas residências", explicou Auro Octaviani, Secretário de Saúde.
Ele disse também que de acordo com a Sabesp, as análises feitas com amostra da água, não detectaram nenhuma irregularidade. "Houveram boatos nas redes sociais alimentando a informação de que a água estaria contaminada. Entrei em contato imediatamente com a Sabesp e eles fizeram as análises técnicas em Botucatu. Felizmente nenhuma irregularidade foi detectada", contou.
LAUDO
A Prefeitura de Agudos informa que a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), emitiu laudo com a análise técnica de amostras da água fornecida à população agudense na manhã desta segunda-feira, 29. A companhia coletou água em diversos poços de abastecimento, em todas as regiões da cidade, inclusive em escolas municipais, e enviou o material para análise em um laboratório de Botucatu, que faz o controle sanitário.
As amostras que foram coletadas nas bombas que fornecem água para os moradores dos bairros: Parque Pampulha, Jardim Vienense, Jardim Europa, Cohab I, II e IV, e bairros vizinhos - onde há maior incidência de casos -, também foram enviadas aos laboratórios de microbiologia.
De acordo com o laudo apontado pelo laboratório, não há nenhuma alteração ou contaminação da água fornecida. Em ambos os levantamentos, não foi constatada a presença de "Coliformes Totais", que são os grupos de bactérias que poderiam causar contaminação da água.
O Técnico Químico, Bruno Monteiro Nardim e a Engenheira Química, Ana Lucia Silva, da Divisão do Controle Sanitário (RMOC), de Botucatu, analisaram as amostras e assinaram os relatórios atestando a ausência de substâncias que pudessem causar intoxicação ou representar riscos a saúde humana.
Além de colher amostras em poços e redes de distribuição dos bairros afetados, a companhia também enviou para análise amostras de água coletada em outras regiões da cidade, e os laudos não apontaram nenhuma alteração na água.
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