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Supremo define as regras para o processo de impeachment
Partes interessadas têm até segunda-feira para apresentar recursos contra decisão
O Supremo Tribunal Federal terminou de publicar ontem o acórdão com o resultado do julgamento sobre o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso. Até a próxima segunda-feira (14), as partes interessadas poderão apresentar recursos para questionar as regras estabelecidas pelos ministros da Corte.
A oposição quer que o Supremo se manifeste o quanto antes sobre os embargos apresentados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A ideia é aproveitar o momento de maior fragilidade do governo para pressionar pela aceleração do julgamento dos recursos sobre o rito de impedimento e, assim, poder instalar a comissão na Câmara que irá discutir o impeachment. Os partidos de oposição prometem trancar a pauta da Câmara – não permitir nenhuma votação – até que se instale o processo de afastamento de Dilma.
LAVA JATO
De outro lado, a Operação Lava-Jato começa a examinar documentos e provas sobre o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva. Além do apartamento e do sítio, também verificam porque a construtora OAS pagou por palestras antes de firmar contrato para esse fim e como funciona o uso do apartamento de cobertura de São Bernardo do Campo, vizinho ao do ex-presidente, também por ele utilizado e pertencente ao primo do seu amigo José Carlos Bumlai, atualmente preso em Curitiba. 
O juiz Sérgio Moro divulgou ontem a sentença que condena o empresário Marcelo Odebrecht a 19 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Marcelo também se encontra preso em Curitiba e não aceitou fazer delação premiada.
LUIZ ESTEVÃO
O ex-senador Luiz Estevão, condenado a 31 anos de prisão por desvio de recursos na construção do fórum trabalhista de São Paulo, entregou-se ontem à Justiça. Desde maio de 2006, quando foi apenado, ele apresentou 34 recursos e aguardava as decisões em liberdade. Sua prisão foi determinada com base no novo entendimento do Supremo Tribunal Federal, de que os condenados em segunda instância devem começar a cumprir a pena e aguardar recolhidos a decisão dos recursos interpostos aos tribunais superiores.
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