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Prefeita recebe lençoenses afetados pela enchente de janeiro
Cerca de 50 moradores que tiveram casas alagadas durante a enchente dos dias 12 e 13 de janeiro estiveram na segunda-feira
Prefeita recebe lençoenses afetados pela enchente de janeiro
REUNIÃO - Moradores afetados pela inundação do dia 13 de janeiro - (Foto: Gabriel Cochi/OECO)
A Prefeita Bel Lorenzetti recebeu na manhã desta segunda-feira, 14, na sala de reuniões da Prefeitura, lençoenses que tiveram suas casas afetadas pela enchente de 12 de janeiro de 2016. O encontro estava marcado, inicialmente, com os organizadores da Amape (Associação dos Moradores Atingidos Pela Enchente), mas foi aberto à participação de todos que se encontravam no Paço Municipal logo pela manhã.
A Prefeita Bel atendeu as pessoas em dois grupos onde pode responder perguntas e esclarecer dúvidas com mais tranquilidade para todos os presentes. O atendimento durou quase cinco horas sem interrupção e a Prefeita se declarou satisfeita por ter as pessoas reunidas discutindo o assunto.
Alguns integrantes do movimento fizeram cartazes que pediam entre outras coisas o fim das represas e providências para evitar novas inundações. Além disso, alguns moradores ouvidos pela reportagem de O ECO pediam providências para reparação das perdas ocorridas.
Rosana Cristina Coelho Dutra, que mora na rua Regente Feijó, na Vila Contente, disse que o objetivo é saber da prefeitura quais providências estão sendo tomadas em relação aos prejuízos que eles tiveram. “Minha casa foi alagada e agente perdeu tudo, a água chegou até o batente da porta. A única ajuda que a gente recebeu até agora foram doações feitas pela população. A reforma que estamos fazendo está correndo por nossa conta. A gente não teve ajuda de nada por enquanto”, declarou.
Sobre o auxílio-enchente oferecido pela prefeitura, Rosana diz que não fez a inscrição porque o benefício tem critério de renda, o que ela entende ser errado. “Eu nem fui atrás desse benefício, porque a renda do meu marido passa daquele valor, mas eu acho isso injusto, porque nós fomos atingidos como todos os outros, como se o que a gente perdeu não tivesse valor”, declarou.
Já o objetivo de Maria José Alves, que mora na rua 15 de Novembro, na Vila Santa Cicília, é cobrar providência para evitar que uma nova enchente como essa ocorra. “Nós estamos buscando nossos direitos, mas o que a maioria aqui deseja é que isso não aconteça de novo. Nosso objetivo é não deixar mais só na mão da promotoria, como das últimas duas vezes, porque a gente quer que as represas sejam realmente monitoradas, como foi prometido das outras vezes”, declarou.
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