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Agudos decreta Calamidade Pública após estragos na Zona Rural
De acordo com o prefeito Everton Octaviani, mais de 32 pontes foram destruídas; sítios e fazendas ainda estão sem energia
Agudos decreta Calamidade Pública após estragos na Zona Rural
PEDIDO - Prefeito Everton espera que autoridades confirmem situação de calamidade
O prefeito de Agudos, Everton Octaviani, decretou “Estado de Calamidade Pública” após contabilizar os estragos causados pelas fortes chuvas da terça-feira, 12. De acordo com o chefe do Executivo, ao menos 32 pontes na área rural, foram destruídas pela força das águas. Os mais de 600 quilômetros de estradas rurais foram danificados. O maior prejuízo causado pela chuva foi na Zona Rural do município, que tem mais de 900 quilômetros quadrados.
O Rio Batalha – que tem sua nascente em Agudos -, foi diretamente afetado após o rompimento de mais de dez represas, fazendo com que a população de cidades vizinhas - como Bauru, por exemplo -, ficassem com o abastecimento de água comprometido. Da mesma forma, os rios Turvo e Lençóis, que também têm suas nascentes em Agudos, foram afetados pelo desastre natural.
Segundo o levantamento feito pela prefeitura, três acampamentos e dois assentamentos do MST (Movimento Sem Terra), foram atingidos pelas chuvas. O distrito de Domélia, que fica a aproximadamente 70 quilômetros de Agudos, também sofreu com o temporal, que deixou estradas alagadas e os moradores sem energia elétrica.
Estima-se que a Zona Rural de Agudos tenha aproximadamente 3 mil habitantes, em sítios e fazendas. Esses moradores tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido. Alguns moradores afirmaram que ainda estão sem energia elétrica.
De acordo com o prefeito Everton Octaviani, até o momento, os prejuízos causados pelo desastre natural, chegam à casa dos R$ 12,5 milhões. “Nós ainda estamos trabalhando para contabilizar os estragos causados por esse desastre, mas já iniciamos o processo de reconstrução de pontes e estradas que foram danificadas. Anteriormente, tínhamos um cálculo menor dos prejuízos, pois ainda não havíamos conseguido acesso a diversas áreas da nossa Zona Rural, após a atualização dos estragos é que conseguimos ter uma dimensão melhor do que aconteceu”, explicou.
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