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Inovação: a força da economia macatubense
Perto de completar 20 anos, Buckminster é referência na área química e exporta glicerina para 18 países
Inovação: a força da economia macatubense
Fundada em 1999, empresa se tonou uma das forças da economia macatubense (Foto: Divulgação)
Perto de completar 20 anos de atividade, a Buckminster é uma das empresas que mais contribuem para o desenvolvimento da vizinha cidade de Macatuba. Atuando na produção de glicerina bidestilada vegetal, componente bastante utilizado pelas indústrias de cosméticos, farmacêutica e alimentícia, a empresa é referência na área química e fornece matéria-prima para clientes do mundo todo.
Conquistando cada vez mais espaço no mercado, a Buckminster concluiu recentemente um projeto de ampliação e modernização da planta, que foi possível a partir do apoio da Prefeitura Municipal e da Câmara de Vereadores de Macatuba, que viabilizaram, por meio de projetos de lei, a doação de novas áreas no Distrito Industrial Mário Alves Nunes.
Além de resultar na geração de mais empregos, o investimento possibilitou o aumento da eficiência produtiva da unidade e também permitiu que a empresa economizasse com a terceirização de serviços com a instalação de uma balança com capacidade para 120 toneladas e a construção de uma área para o carregamento de containers.
Com capacidade de produção de 1,4 mil toneladas de glicerina refinada por mês e empregando mais de 50 colaboradores direta e indiretamente, a empresa atende clientes do mercado nacional e exporta para 18 países da América do Sul, América Central, África, Europa e Ásia (incluindo países do Oriente Médio, que exigem a certificação Kosher, que atesta a ausência total de gorduras de origem animal), se destacando como uma das principais engrenagens da economia macatubense.
HISTÓRIA
A história de sucesso da Buckminster começou no final da década de 1990, quando a sócia-proprietária, Selma do Prado Simões, que atuava na área química, recebeu uma proposta desafiadora de um parceiro: desenvolver um método que viabilizasse o aproveitamento da lixívia glicérica, um resíduo gerado em larga escala pelas indústrias produtoras de sabonetes, para as quais ele fabricava equipamentos.
Os estudos e testes feitos pela química, levaram a um processo de destilação que, além de permitir a extração eficiente de glicerina bruta das amostras, resultava na geração de outro resíduo: a gordura animal, que poderia se reaproveitada como matéria prima para a produção de sabão. Nascia ali a Buckminster.
A fábrica, inaugurada em 1999, inicialmente produzia uma pequena quantidade de glicerina e manteve o foco na fabricação de sabão, que foi batizado com a marca Piezo. A empresa se manteve na atividade até 2006, quando decidiram inovar mais uma vez, aproveitando o aumento da oferta de biodiesel de soja no mercado nacional para parar de trabalhar com a gordura de origem animal.
Com a mudança, a glicerina foi ganhando espaço na linha de produção até se tornar o ‘carro-chefe’ da empresa, que por conta do aumento da demanda, decidiu encerrar a produção do sabão em 2015.
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