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Políticos e partidos buscam melhor posição para as eleições
Situação aglutina nove partidos e oposição têm coligações que buscam afinidades para concorrer à Prefeitura e Câmara
Políticos e partidos buscam melhor posição para as eleições
FILIAÇÃO - Pita assinou com o PRB, perseguindo o seu desejo de candidatar-se à Prefeitura nas eleições desse ano - Foto: Divulgação/Dr.Pita Facebook
Termina no final da próxima semana, dia 2 de abril, exatamente 6 meses antes das eleições, o prazo para que todos os concorrentes ao próximo pleito, quando serão eleitos prefeito, vice-prefeito e vereadores, estarem filiados aos partidos onde se candidatarão. Até o último dia 18, os detentores de mandatos legislativos – vereadores e deputados federais e estaduais tiveram prazo para a desfiliação dos partidos em que se encontravam sem o risco de perderem o mandato que, pela legislação, pertence ao partido e não ao eleito. As mudanças terão influência direta nas eleições, pois cada um deve ter buscado a filiação não só ao partido onde tenha mais afinidade ideológica, mas também facilidades eleitorais.
Na Câmara Municipal de Lençóis Paulista, o vereador Humberto José Pita trocou o PR pelo PRB e anunciou sua disposição de concorrer à Prefeitura, um sonho que definiu acompanhá-lo “até a morte”. Anderson Prado saiu do PV para o Rede, Ailton Aparecido Tipó do PV para o PMDB, Chico Naves do PSDB para o PDT, Nardeli da Silva do Pros para o PMDB e Jonadabe José de Souza do SDD para o PTB. O PSDB diminuiu sua representação de cinco para quatro vereadores (André Paccola Sasso, Dodô Santana, Emerson Coneglian e Manoel dos Santos Silva) e o PR, que tinha dois ficou apenas com um (Coroné Bentinho). Junior Ticianelli continua no DEM. Com essa reacomodação partidária, o governo da prefeita Bel Lorenzetti (PSDB) perdeu espaço no Legislativo, pois a bancada própria foi reduzida e Bentinho, voltou a votar com a oposição.
As mudanças na Câmara refletem, de certa forma, o cenário que se forma para as eleições de outubro. A situação reúne PSDB, PSL, PPS, PR, PV, PSB, SDD, PTC e Prós. O ex-prefeito José Antonio Marise é tido como o virtual candidato a prefeito da coligação, mas ele próprio evita admitir essa condição, dizendo apenas que seu nome “está à disposição”.
Na oposição, o lançamento de Pita pegou alguns desprevenidos e estes ainda não sabem como vão se compor para a disputa. Anderson Prado disse ontem a O ECO que, por ora, tem como certa a coligação entre o Rede e o PDT, dirigido por seu irmão. Admitiu, no entanto, conversar com outras agremiações para escolher o rumo a tomar e até definir se terá candidato majoritário (a prefeito) ou embarcará com candidato de outro partido.
Ailton Tipó Laurindo, há muito entendido como virtual candidato a prefeito pela oposição é uma incógnita. Nos bastidores diz-se que teria desistido de concorrer à Prefeitura, dando preferência à reeleição tida como certa para a Câmara. Mas também se especula que ele estaria construindo um acordo para unir as oposições onde tanto poderá partir para o sacrifício quanto permanecer onde está. Procurado ontem por nossa reportagem, o vereador não foi encontrado.
Articulação
Os bastidores dizem que já estariam em gestação pelo menos duas coligações oposicionistas para concorrerem em Lençóis Paulista às eleições de outubro. Uma delas englobaria Rede, PDT e PTB e a outra teria PMDB, DEM e PSC. Ambas estariam tentando fazer composição com Pita e até tentando demovê-lo da candidatura a prefeito.
Para Pita, no entanto, estaria difícil voltar atrás porque, por sua influência, a ex-vereadora Cleusa Spirandeli trocou o PTB pelo PRB e a troca teria sido com a condição de concorrer à vice. Existem muitos “cenários” disponíveis na cabeça dos políticos da cidade e as circunstâncias é que dirão quais prevalecerão até a época das convenções e registro de candidaturas.
 
Em Borebi, Mané Frias pode não disputar reeleição
O prefeito Manoel Frias (PR), está no seu primeiro mandato e, do ponto de vista legal, pode concorrer à reeleição. Informações de bastidores apuradas por O ECO, no entanto, dão conta que Frias pode não ir para o pleito. Com essa possibilidade, o nome do vereador José Roberto da Silva, que é do mesmo partido do atual prefeito, aparece como um possível candidato da situação. A reportagem tentou contado no celular de Frias na tarde de ontem para checar seu posicionamento, mas ele não foi localizado.
Em Borebi, apenas o vereador Pedro Miguel de Araújo mudou do PV para o PMBD. Isso não altera em muito a composição de forças na Câmara, mas agita a sucessão municipal. Pedro deve ser candidato a vice-prefeito na chapa do ex-prefeito Antonio Carlos Vacca (PSDB), que concorrerá ao seu terceiro mandato de prefeito e quinto da família, pois sua também fez dois mandatos à frente da Prefeitura.
Também deverão concorrer à Prefeitura, o partor Adilson Vera (PRB) e José Luiz, do PT.
 
Vereadores em Macatuba deixam PT e vão para PR e PPS
Os dois vereadores eleitos pelo Partido dos Trabalhadores na Câmara de Macatuba, aproveitaram a janela para mudar. Sebastião Candido de Moraes foi para o PR e Norberto José Gabani para o PPS.
O presidente da Câmara, Marcos Rogério Soares Goes deixou o PP, mas ainda não anunciou seu destino, e ensaia a candidatura a prefeito. O quadro sucessório macatubense ainda é indefinido. O prefeito Tarcisio Abel (PP) ainda não disse se concorrerá à reeleição, mas é praticamente certa sua candidatura.
De outro lado, articula-se a coligação PSDB-PPS que lançaria o ex-prefeito Coolidge Hercos Júnior. Marcos Olivato, do PR, Ricardo Genovez e Ado Galli, ambos do PV, são citados como pretendentes à candidatura, o mesmo ocorrendo com Humberto Pavão, do PMDB. Tempos atrás também se discutiu a possibilidade de candidatura única resultante de um consenso.
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