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Vereadores contestam estudo sobre as causas da enchente
Sem apresentar contradita técnica ou qualquer dado, vereadores se opõem aos técnicos municipais a participação das represas
Vereadores contestam estudo sobre as causas da enchente
Sem apresentar qualquer dado concreto, vereador Ticianelli Júnior ‘acha’ que é mentira estudo técnico sobre as enchentes da prefeitura
Repercutiu na Câmara Municipal o trabalho dos técnicos da prefeitura, liderados pelos diretores Dito Martins (Meio Ambiente) e Antônio da Silveira Correa (Obras), noticiado por O ECO, na edição passada, onde afirmam que as represas existentes à montante de nossa cidade, contribuíram com apenas 2,7% das águas que provocaram a inundação de janeiro. Numa fala deselegante e sem qualquer elemento técnico que possa contraditar o afirmado pelos autores do trabalho, o vereador Gumercindo Ticianelli Júnior (DEM) classificou a notícia como “mentira”, “tapa na cara da população de Lençóis”, entre outras observações decorrentes de seu ponto-de-vista pessoal e político.
Voltou a repetir as suas queixas de que o diretor do SAAE e chefe da Devesa Civil, José Antonio Marise, teria se omitido por não informar à população sobre relação ao volume de águas que descia pelo rio e, também repetindo o seu discurso de semanas atrás, noticiou a visita à cidade de um deputado que estaria interessado em ajudar aos atingidos e, nessas condições, visita Lençóis pelo segundo mês consecutivo. Ticianelli ainda falou sobre um ofício que teria sido recebido pelo deputado, onde o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado) teria informado, no dia 24 de março que, até então, não havia recebido pedido da Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista para estudar o impacto das represas.
Já o vereador Ailton Aparecido Tipó (PMDB), não teceu comentários em relação às conclusões dos técnicos, embora tenha se manifestado de acordo com o pronunciamento de Ticianelli. Preferiu dizer que, ao contrário do que foi noticiado, não manteve os técnico municipais presos em uma sala da Câmara enquanto um deles prestava depoimento à CEI. Afirmou apenas ter seguido orientação do consultor jurídico da Câmara, o promotor aposentado Antônio Carlos Rocha, para que o depoimento de um não fosse presenciado por outro e, por isso, os manteve na parte interna da Câmara, “numa sala com café, chá, bolacha, água, banheiro e com a porta aberta”. Quanto a não ter aceito a exposição do trabalho de Dito Martins e Antonio Silveira à CEI, disse ter esclarecido a ambos que a apresentação foge ao objetivo da CEI – que é interrogar e registrar – mas, no entanto, fez questão de orientá-los a protocolar o material na comissão para futura analise dos membros.
COMITÊ
O vereador André Paccola Sasso, o Cagarete (PSDB), informou aos demais vereadores que participou em Agudos da reunião de constituição do comitê gestor de gerenciamento do passivo deixado pela enchente. Desse que o comitê será formado por um decreto do prefeito de Agudos, Everton Octaviani (PMDB) e integrado por representantes de seis cidades, para tomar as providências necessárias para evitar a repetição das inundações como ocorreu esse ano. Juntamente com os demais integrantes da bancada tucana, Cagarete apresentou requerimento para que o município de Lençóis Paulista também faça sua adesão ao grupo.
O vereador lembra que o comitê deverá ser um órgão técnico, capaz de encaminhar o problema da enchente e trabalhar para que ela não se repita. Definiu ainda que o comitê deve ter atuação “com pessoas técnicas, não políticas, para não desvirtuar o trabalho e que esses técnicos apresentem os laudos necessários para a recomposição do rio e a solução do problema”. 
APROVAÇÕES
Os vereadores aprovaram, ao final da sessão, o projeto de lei compelmentar nº 1/2016, que restabelece o direito dos professores temporários a terem seis faltas abonadas por ano. Trata-se da correção da lei que regula o funcionalismo que eliminou indevidamente as abonadas que os professores já tinham direito há vários anos em nosso município. Também foi aprovado o projeto de retomada do terreno destinado à empresa Zola & Fioravante Logística Ltda ME e dois títulos de cidadania.
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