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9 dos 10 deputados mais votados são favoráveis ao impeachment
Para afastar a presidente serão necessários 342 votos; passado pela Câmara o processo vai para o Senado
9 dos 10 deputados mais votados são favoráveis ao impeachment
Deputado federal Tiririca, o quinto mais votado em Lençóis, ainda não tinha definido seu voto até terça-feira
Está marcada para as 9h da sexta-feira (15), a instalação da sessão de votação do processo de admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados. Os parlamentares serão chamados a se pronunciar sobre o parecer da Comissão Especial do Impeachment, aprovado anteontem (11) por 38 a 27 votos, que propõe o afastamento da presidente e o seu processamento pelo Senado.
O afastamento é proposto mediante a acusação de que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao dar as chamadas ”pedaladas fiscais”, atrasando o repasse de recursos do Tesouro aos bancos públicos encarregados de pagar Bolsa Família e outras obrigações governamentais. Para ocorrer o afastamento será necessário o voto favorável de pelo menos 342 deputados, mais uma votação simples no Senado.
Até o final da tarde de ontem, dos deputados federais mais votados em Lençóis Paulista nas eleições de 2014, apenas Tiririca (PR) não havia declarado voto, segundo o placar elaborado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, que já somava 300 intenções de voto pela abertura do impeachment, 124 contra, 47 indecisos e 42 que não quiseram responder. 
Os outros deputados federais votados na cidade, todos favoráveis ao afastamento, são Arnaldo Jardim (PPS), que deixará temporariamente a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo para ir à Câmara votar; Milton Monti (PR), Marcos Feliciano (PSC), Celso Russomano (PRB), Ricardo Izar (PP), Mendes Thame (PV), Herculano Passos (PSD), Carlos Sampaio (PSDB) e Baleia Rossi (PMDB).
Logo após a abertura da sessão, deverão ser chamados a falar os autores do pedido de afastamento, juristas Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal e a defesa da presidente Dilma, possivelmente a cargo do advogado geral da União, José Eduardo Cardoso. Em seguida será lido todo o processo e feitos os debates. A precisão é que a sessão demore três dias e a votação aconteça só na tarde do domingo. 
Se os deputados decidirem pelo avanço do processo, a tramitação será remetida ao Senado. Dilma só será afastada se o plenário decidir, por maioria simples (ao menos 41 dos 81 votos), dar início ao processo autorizado pela Câmara. Ocorrendo isso, a presidente sairá temporariamente do cargo, por até 180 dias, enquanto esperará o julgamento pelos senadores. Enquanto isso o vice, Michel Temer (PMDB) assume o governo.
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