Marca Melhores do Ano é usada indevidamente em pesquisa on-line
O ECO alerta que não aplica questionários pela internet; pesquisa verdadeira vai às ruas em abril
Marca Melhores do Ano é usada indevidamente em pesquisa on-line
CONSAGRADO - Realizado desde 2001, Melhores do Ano já trouxe nomes como Daniel, Zezé Di Camargo & Luciano e Rick & Renner (Foto: Cíntia Fotografias)
Desde a última sexta-feira (6) circula nas redes sociais uma postagem convidando a população de Lençóis Paulista a participar de uma pesquisa de opinião on-line. Nada de mais, se não fosse a mesma uma fraude que tenta induzir os lençoenses ao erro pela associação ao Prêmio Melhores do Ano, realizado desde 2001, primeiro pelo Jornal Folha Popular, depois pelo Jornal O ECO, que assumiu o prêmio após a fusão dos dois periódicos, ocorrida em 2006.
Utilizando indevidamente a marca que pertence à Editora e Jornal Folha Popular LTDA ME, responsável pela publicação de O ECO, uma empresa denominada Rede Jape de Comunicação, situada na cidade de Conchal, na região de Rio Claro, busca lucrar às custas de quase 20 anos de credibilidade construída pelo Prêmio Melhores do Ano. Para tanto, tem realizado em diversas localidades pesquisas que visam eleger as empresas e profissionais que mais se destacam em seus respectivos segmentos.
Em Lençóis Paulista, a primeira investida da empresa ocorreu em 2018, sendo que na ocasião alguns comerciantes acabaram sendo enganados, pagando pela obtenção de um certificado que tem como única finalidade levar dinheiro à conta bancária do indivíduo por traz do esquema. Na época, procurada por pessoas que alertaram sobre a situação, a direção da Editora e Jornal Folha Popular acionou o departamento jurídico, que deu andamento ao caso.
No dia 13 de novembro daquele ano, uma notificação extrajudicial foi encaminhada à Rede Jape de Comunicação, que por meio do documento, recebido no dia 29 do mesmo mês, foi informada do uso indevido e da divulgação da marca. Vale citar que o Prêmio Melhores do Ano, desde abril de 2005, está registrado no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), com última prorrogação em novembro de 2017 e validade até maio de 2028, em nome da Editora e Jornal Folha Popular.
Passados menos de dois anos do ocorrido, na última sexta-feira (6) a Rede Jape de Comunicação voltou a agir na região, inclusive em Lençóis Paulista. Além de utilizar novamente a marca pertencente a esta empresa para a realização de uma pesquisa de opinião sem a observância de nenhum critério científico, o indivíduo por traz da fraude também criou um site que tenta associar-se à marca do Jornal O ECO: www.melhoresdoano.eco.br.
A direção da Editora e Jornal Folha Popular já deu andamento aos trâmites legais tanto para tirar o domínio do ar quanto para impedir que o Prêmio Melhores do Ano tenha sua marca utilizada indevidamente, sobretudo pelo caráter extremamente duvidoso da pesquisa. A medida, segundo Breno Corrêa Medola, proprietário, visa não apenas a preservação da idoneidade do prêmio, mas também impedir que as empresas de Lençóis Paulista sejam ludibriadas.
“O Melhores do Ano se consolidou como uma pesquisa séria que realmente reflete a opinião da sociedade em relação às empresas, profissionais e personalidades que atuam em Lençóis Paulista. Todas as empresas, vencedoras ou não, reconhecem a importância deste levantamento como ferramenta de avaliação do trabalho que fazem. É um retorno do público que ajuda a melhorar cada vez mais os serviços. Por isso, não podemos deixar que algo manche está marca”, pontua.
PESQUISA SÉRIA
Ainda falando sobre a seriedade do Melhores do Ano, Breno Medola aproveita para esclarecer sobre comentários tendenciosos que visam descredibilizar a pesquisa de opinião, que é feita anualmente de acordo com rigorosos critérios seguidos pelos mais renomados institutos de pesquisa do país. Sempre que a pesquisa se aproxima e fica em evidência, algumas pessoas mal intencionadas vão às redes sociais para comentar que só ganha o prêmio quem paga, o que é mentira.
“Quem acompanha o jornal sabe que os vencedores de todas as categorias pesquisadas são divulgados antes mesmo do início da parte comercial. É importante deixar claro que ninguém paga para ser eleito como o melhor do seu segmento. Organizamos um evento para a entrega dos troféus aos vencedores, com jantar, bebida, música ao vivo, tudo do bom e do melhor. Além disso, oferecemos pacote de mídia para colocar essas empresas em evidência. Tudo isso tem um custo que, obviamente, é pago pelas pessoas que querem participar”, explica.
NAS RUAS EM ABRIL
Antecipando uma informação que só seria divulgada em abril, Medola adianta que a equipe do Jornal O ECO já iniciou a organização do Prêmio Melhores do Ano 2020, que deve voltar a ser realizado no mês de agosto. “Iremos antecipar para agosto para ajustar o evento ao nosso calendário de trabalho. Final de ano é tudo muito corrido e acreditamos que este é realmente o melhor mês. Para isso, precisamos alterar todo o cronograma de organização. Já definimos que a pesquisa vai às ruas no mês que vem, para que possamos divulgar os vencedores em maio. Em breve, divulgaremos mais detalhes”, conclui.
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