Zilor e Biorigin intensificam trabalho para manter operação
Safra 2020/2021 foi iniciada no dia 5 de abril; Ascana espera colher 7,9 milhões de toneladas
Zilor e Biorigin intensificam trabalho para manter operação
SEGURANÇA - Zilor e Biorigin intensificaram trabalho de conscientização e prevenção junto aos colaboradores (Foto: Divulgação)
Com as atividades reconhecidas como essenciais pelo Governo Federal, com a produção de etanol, energia elétrica e alimentos, as empresas Zilor e Biorigin seguem operando para garantir o atendimento à demanda. Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), uma série de medidas preventivas foram adotadas para assegurar a saúde e a segurança dos colaboradores no início da safra 2020/2021.
Entre as medidas, as empresas intensificaram o trabalho de comunicação interna sobre os protocolos de saúde para orientação aos colaboradores, com foco no isolamento doméstico e acompanhamento aos grupos de risco. Também foi criada uma linha direta de atendimento com equipe de saúde para esclarecer dúvidas em casos de suspeita da doença, com recomendação para que todos os colaboradores procurem atendimento caso apresentem algum sintoma ou mal-estar.
Zilor e Biorigin adotaram o regime de home office para funções administrativas, com estímulo às ferramentas eletrônicas. Houve suspensão de viagens e deslocamentos de prestadores de serviços ou consultores. As empresas também passaram a disponibilizar kits de máscaras de proteção para os colaboradores que atuam nas frentes de trabalho, além de intensificar os serviços de limpeza do ambiente, assim como dos transportes de uso coletivo e restaurantes.
Também foram feitas ações junto à comunidade, como a produção e distribuição de mais de 6 mil litros de álcool 70% a entidades da região, em parceria com a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar). Outra iniciativa foi a aquisição de materiais para o projeto “Mãos que costuram esperança”, no qual costureiras voluntárias estão confeccionando máscaras de proteção para o uso de profissionais da Saúde e moradores da região.
Fabiano José Zillo, diretor-presidente da Zilor, destaca que as empresas acreditam em seu papel social e buscam fortalecer a parceria com a comunidade. “Nesses 74 anos de atuação construímos uma forte relação de compromisso com as nossas comunidades. Nossa missão também é apoiar essas comunidades que estão há todos esses anos nos ajudando a construir e fortalecer nossos negócios com iniciativas que contribuam para promover o bem-estar das pessoas, com ações significativas na sociedade”, completa.
Ascana prevê colher mais de 7,9 milhões de toneladas nesta safra
Seguindo todas as recomendações do Ministério da Saúde frente à pandemia do novo coronavírus, a Ascana (Associação dos Plantadores de Cana do Médio Tietê) adaptou suas atividades para a safra, que começou em 5 de abril. Com previsão de colher 7,9 milhões de toneladas de cana-de-açúcar neste ano, os associados já haviam colhido 1,1 milhão de toneladas até o dia 7 de maio.
“Existe uma preocupação muito grande com a preservação da saúde dos colaboradores e seus familiares, porém, nosso trabalho na área agrícola depende de fatores climáticos, de época, luz, água e calor. Ou seja, a natureza é o nosso maior insumo na produção e ela não espera, portanto, nosso trabalho não pode parar”, diz Pedro Luís Lorenzetti, diretor de Relações Institucionais da Ascana.
O diretor também ressalta que o setor tem vantagem em relação aos demais, pois a maioria dos colaboradores são operadores de equipamentos que trabalham isoladamente em seus postos. Segundo ele, quase todas as operações são realizadas mecanicamente e os equipamentos são operados por um único indivíduo, o que faz com que o distanciamento social já seja parte da rotina de trabalho.
“Nosso gargalo está nas trocas de turnos, nas quais utilizamos veículos coletivos de transporte de pessoas. Nesses veículos estamos fazendo a higienização com frequência, além de restringir o número de pessoas e exigir o uso de máscaras para todos. É importante ficarmos antenados e ajustando as ações sempre que houver necessidade”, finaliza Pedro Luís Lorenzetti.
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