Confira a entrevista com Adriana Aparecida Santana
Em comemorarão ao Dia Internacional da Enfermagem, coordenadora da Vigilância Epidemiológica fala do combate à Covid-19
Confira a entrevista com Adriana Aparecida Santana
GENTE DE FIBRA - “Todos os envolvidos nessa luta têm se dedicado muito, se doando de coração 24 horas por dia” (Foto: Wagner Gonçalves/Divulgação)
Dando sequência à série especial de entrevistas com os profissionais envolvidos diretamente no combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em Lençóis Paulista, o Jornal O ECO publica neste sábado (16) os principais pontos abordados em conversa com Adriana Aparecida Santana, coordenadora da Vigilância Epidemiológica local, ligada à Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal.
O órgão que é o elo entre a cidade e as demais esferas (Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo e Ministério da Saúde) no que tange à coleta, transmissão e análise dos dados epidemiológicos, trata diretamente das questões técnicas relacionadas à pandemia, que dão o subsídio necessário para que o Poder Público implemente as ações necessárias para conter o avanço do contágio.
Com graduação em Enfermagem pela USC (Universidade Sagrado Coração), atual Unisagrado, em Bauru, e especialização na área de Epidemiologia pelo Instituto Passo 1, situado na mesma cidade, Adriana Aparecida Santana é formada há 18 anos, mesmo período em que trabalha como servidora pública da Prefeitura Municipal de Lençóis Paulista, sempre na Secretaria de Saúde.
Na Vigilância Epidemiológica, onde já atuou como enfermeira em outa gestão, ocupa o cargo de coordenação desde o início de 2017, quando teve início o atual governo. É responsável por uma equipe de oito servidores que lidam diretamente com todas as doenças de notificação compulsória e cuidam da aplicação das estratégias de contingência desenvolvidas nos âmbitos nacional e estadual.
A publicação acontece na semana marcada pelo Dia Internacional da Enfermagem. A data, comemorada na última terça-feira (12), homenageia todos os profissionais que, em tempos de incerteza e apreensão, têm colocado suas próprias vidas em risco pelo bem da sociedade, zelando pela saúde de pessoas muitas vezes desconhecidas. Por meio dela, prestamos nossa homenagem a toda esta classe.
Na entrevista, realizada na quarta-feira (13), a coordenadora, que também integra o comitê local de enfrentamento à Covid-19, criado pelo prefeito Anderson Prado de Lima (DEM), fala de diversos assuntos, como testagem em massa, aumento no número de infecções, acompanhamento de casos suspeitos e confirmados, recomendações das autoridades de Saúde, entre outras coisas. Confira:
O ECO - No que consiste o trabalho  da Vigilância Epidemiológica?
Adriana Aparecida Santana - A Vigilância Epidemiológica tem um trabalho bem amplo. Basicamente, monitoramos todas as doenças que são de notificação compulsória, ou seja, que precisam ter os casos notificados. Além da parte administrativa, também fazemos a parte de investigação, levantamento e análise de dados, controle de vacinação, entre outras coisas. O trabalho que dá subsídios ao Poder Público em relação à situação epidemiológica é de nossa responsabilidade. Mas não fazemos nada sozinhos, existe toda uma estrutura paralela. Cuidamos da parte burocrática, mas a implementação das ações fica com as equipes de Atenção Básica. Controlamos o estoque de vacinas, mas quem faz a vacinação é a Atenção Básica. Monitoramos os casos de dengue, mas quem faz o bloqueio são os agentes comunitários. É um trabalho conjunto.
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