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Operação De Olho na Bomba inspeciona e colhe amostra nos postos
Dez postos da região – um em Lençóis – foram visitados pela fiscalização e agora esperam resultados da análise
Operação De Olho na Bomba inspeciona e colhe amostra nos postos
Um posto de abastecimento de combustíveis de Lençóis Paulista e outros nove na região - (Foto: Divulgação)
Um posto de abastecimento de combustíveis de Lençóis Paulista e outros nove na região foram – seis em Bauru e um em Dois Córregos, um em Jau e um em São Manuel foram vistoriados na quarta-feira pela força-tarefa da Operação de Olho na Bomba, que naquele dia se fez presente em 114 municípios paulistas, mobilizando 530 agentes fiscais de rendas das 18 delegacias regionais tributárias da Secretaria Estadual da Fazenda na capital e no interior. Também participaram agentes do Procon Estadual, do Instituto de Pesos e Medidas e da Agência Nacional do Petróleo, apoiados por policiais civis e militares. 
Analisam a qualidade dos combustíveis comercializados, possíveis irregularidades na venda de produtos nos estabelecimentos, além da verificação volumétrica das bombas em alvos selecionados pela fiscalização. Grande parte dos alvos da operação foram indicados por denúncias feitas por consumidores aos canais de atendimento da Secretaria da Fazenda. 
A Fazenda fez a coleta de amostras de combustíveis, que foram encaminhadas para análise no laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para verificar se o etanol e a gasolina vendidos pelos estabelecimentos atendem aos padrões exigidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), além de aferir as bombas e conferir os dados cadastrais de todos os postos fiscalizados. Constatadas desconformidades no material recolhido, após análise laboratorial, o estabelecimento terá suas bombas lacradas e a inscrição estadual cassada, o que acarretará o encerramento das atividades do posto. Os sócios ficarão impedidos de atuar no mercado de combustíveis pelo prazo de cinco anos, conforme previsto na Lei nº 11.929, de 12 de abril de 2005, e regulamentada pela Portaria CAT 28/05.
As operações acontecem periodicamente e os nomes dos estabelecimentos visitados não são tornados públicos. Eles só vêm à tona quando são encontradas irregularidades e as punições acontecem, com o fechamento do negócio e o impedimento de seus operadores a continuarem operando no mesmo mercado.
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