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Carlos Octaviani sai do governo para concorrer ao terceiro mandato
Ex-prefeito anunciou ao O ECO que seu filho Fernando será seu vice em uma chapa ‘puro sangue’
Carlos Octaviani sai do governo para concorrer ao terceiro mandato
ARTICULAÇÃO - Carlos Octaviani disse que vai concorrer à prefeitura com uma chapa ‘puro sangue’ ao lado do filho Fernando - (Foto: Jornal da Cidade)
O ex-prefeito de Agudos, Carlos Octaviani (PMDB), que inicialmente exerceu três mandatos de vereador, depois administrou a cidade durante dois quatriênios – de 2005 a 2012 – e ultimamente exercia o posto de secretário municipal de Obras, deixou o cargo ontem, anunciando a sua desincompatibilização para concorrer ao terceiro mandato de prefeito. E vem com uma novidade. Seu filho Fernando, de 23 anos, hoje assessor do deputado Pedro Tobias (PSDB) na Assembléia Legislativa, também deverá se desincompatibilizar para ser candidato a vice-prefeito na chapa do pai. “Será uma capa puro-sangue” – disse Carlão, ontem a O ECO. 
Octaviani disse que seu objetivo, caso seja novamente eleito, será trabalhar pela continuidade da industrialização do município, que já possui grandes empresas – a Brahma e a Duratex – e dezenas de outras de médio porte. “Temos outras duas empresas grandes em implantação e vamos fazer de tudo para vê-las concretizadas” – disse, destacando que sua grande preocupação é buscar a geração de empregos para a população e, na medida do possível, atividade econômica que recolha tributos e ofereça à Prefeitura a arrecadação necessária a uma boa prestação de serviços públicos. 
Desde a posse de Carlos, a família Octaviani é que administra a cidade. Ao terminar seu segundo mandato, o agora pré-candidato entregou a Prefeitura ao sobrinho, Everton Octaviani (PMDB), que também se reelegeu e agora conclui o segundo período de administração. “Fizemos tudo o que pudemos para esta cidade e, tenham a certeza, de que vamos continuar essa prestação de serviços” – afirmou o político à nossa reportagem. 
Octaviani é um político regional. Em 2009, chegou a transferir seu domicílio eleitoral pra Bauru, onde por pouco não foi candidato a prefeito. Nas eleições de 2010, então filiado ao PP, candidatou-se a deputado federal, obtendo 52.740 votos, com os quais ficou numa das 
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