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Lençóis tem 31 suspeitos de H1N1
Único resultado que retornou no Instituto Adolfo Lutz deu negativo; vacinação para grupos prioritários segue até hoje
Lençóis tem 31 suspeitos de H1N1
IMUNIZAÇÃO - Vacinação para idosos, crianças, gestantes e pessoas com problemas crônicos segue até ou enquanto durarem estoques - (Foto: Divulgação
A prorrogação da campanha de vacinação contra a gripe vai até esta quarta-feira (8) em Lençóis Paulista, porém, diante da preocupação nacional com o aumento dos casos de infecção pelo vírus H1N1, as doses continuarão sendo aplicadas nas pessoas pertencentes aos grupos considerados de risco (crianças menores de 5 anos, gestantes, puérperas, idosos e trabalhadores da saúde) enquanto estiverem disponíveis nas unidades de saúde.
De acordo com balanço divulgado pela Diretoria de Saúde, até a última quarta-feira (1º), 76% do público-alvo da campanha (9.748 pessoas) havia sido vacinado – idosos, crianças até 5 anos, gestantes, mulheres que deram a luz e profissionais de saúde – e outras 3.906 doses tinham sido aplicadas em pessoas com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e asma. Uma nova atualização dos dados será feita hoje.
Até a manhã de ontem (7), 31 notificações de casos suspeitos de H1N1, incluindo a de um paciente de Borebi e um de Macatuba, haviam sido registradas em Lençóis. Todos os pacientes coletaram material para análise, porém, apenas o resultado do exame de uma paciente de 67 anos que foi atendida na rede particular - caso registrado no início de abril - havia retornado do Instituto Adolfo Lutz de São Paulo. O resultado deu negativo.
O ECO obteve a informação de que ontem pelo menos duas pessoas estavam internadas - e isoladas - no Hospital Piedade com suspeitas de H1N1.
Segundo a assessoria de imprensa da Diretoria de Saúde, o procedimento é comum e atende ao protocolo do Ministério da Saúde, que estabelece que todos os pacientes que derem entrada nas unidades de saúde - públicas ou particulares -, com problemas respiratórios que necessitem de internação devem ser tratados como casos suspeitos de H1N1.
Nesses casos, além da coleta de amostras para a realização do exame, os pacientes recebem a de forma imediata a medicação indicada para H1N1 (antiviral Tamiflu) e são isolados para impedir uma possível propagação do vírus.
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