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Lençóis e as Olimpíadas: uma história que começou em 1972
Valderby Romani foi técnico do vôlei em 1972, na Alemanha; Beti participou em 1976, no Canadá, e Claudinei Quirino foi prata
Lençóis e as Olimpíadas: uma história que começou em 1972
Marta Brosco, ex-prefeito Rubens Pietaróia, Beti e Maria Angelina Boso
A tocha olímpica que passa por Lençóis Paulista no próximo domingo, dia 17, já foi vista de perto por ilustres moradores de nossa cidade. Os mais jovens talvez não conheçam a história vitoriosa da equipe de atletismo lençoense da década de 1960. Os saudosistas se lembram e muito bem de nomes como o do professor Valderby Romani, Beti, Ranzani e Claudinei Quirino.
A história desses atletas vitoriosos está no livro “Lençóis Paulista Conta sua História – 150 anos”, e Lençóis Paulista nos Esportes, ambos editados pelo Jornal O ECO.
Valderby Romani começou a jogar voleibol em Lençóis Paulista na década de 1950 e logo depois assumiu a parte técnica ao lado do Dr. Alexandre Moretto. Se apaixonou pelo esporte e foi embora para São Paulo. Estudou, se aperfeiçoou e em 1972 dirigiu o vôlei brasileiro nas Olimpíadas de Munique, na Alemanha.
Em 1976, Maria Luiza Domingos Betioli, a Beti, conseguiu alcançar índice para as Olimpíadas de Montreal, no Canadá, e disputou o salto em altura, modalidade em que era recordista sul-americana. Sua participação em Montreal foi discreta, assim como a do Brasil, que ainda estava engatinhando no atletismo. Beti conquistou inúmeras medalhas durante sua trajetória esportiva. Ela nasceu em Jaboticabal, mas iniciou no esporte em Lençóis Paulista, onde era professora de educação física.
Antonio Luiz Ranzani se consagrou na corrida dos 3 mil metros com barreira e conquistou a medalha de ouro no Brasileiro de Atletismo em 1975. Foi convocado para integrar a equipe olímpica brasileira que se preparava na Alemanha para as Olimpíadas de Montreal, mas não conseguiu o índice.
Na década de 90, surge o maior nome do atletismo lençoense e quiçá brasileiro: Claudinei Quirino, medalha de ouro no revezamento 4x100 e nos 200 metros rasos nos Jogos Pan-americanos do Canadá, em 1999. Em 2000, foi prata na Olimpíada de Sidney, na Austrália, no revezamento 4x100. Em 2003, mais uma medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Santo Domingo, na República Dominicana. A família de Quirino ainda mora em Lençóis e sempre que pode ele visita os pais. Claudinei Quirino optou carregar a tocha em Presidente Prudente, cidade de onde despontou para o mundo.
A lista de grandes atletas que partiram de Lençóis e conquistaram o mundo em diversos campeonatos inclui duas lendas do futebol: Didi, o Folha Seca, e o goleiro Marcos, pentacampeão brasileiro e ídolo do Palmeiras, que jogaram pelo CAL (Clube Atlético Lençoense). O pugilista Miguel de Oliveira e Maria Angelina Boso, recordista brasileira no arremesso de peso, são outros nomes lençoenses de destaque internacional. Angelina mora em Lençóis Paulista.
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